segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Que tal pesquisar na companhia do Space Invaders?



O Space Invaders é um jogo de videogame estilo "arcade" desenhado por Tomohiro Nishikado e lançado em 1978. Foi originamente construído pela Taito Corporation e um tempo depois foi licenciado para produção nos EUA pela Midway Games. Space Invaders foi um dos primeiros jogos de tiro com gráfico bidimensional. O objetivo é destruir ondas de naves com um canhão à laser para ganhar o maior número de pontos possível. Para construir o jogo, criador se inspirou na mídia popular, como Guerra dos Mundos e Star Wars.

Apesar de seus controles simples comparados com os jogos de hoje, este jogo ajudou a expandir a indústria de video game para uma indústria mundial. Quando o jogo foi primeiramente lançado, ele fez muito sucesso!

Outro detalhe interessante obeservado nas primeiras versões do arcade em 1978, era que o jogo originalmenete se passava em uma tela em "reverso" na parte inferior do gabinete e refletido na forma correta em espelhos dentro do arcade, onde também se encontravam desenhos ao fundo. Com a ajuda da iluminação interna, todo este conjunto causava um belíssimo efeito tri-dimensional ao jogo. Tinha-se a ilusão de os gráficos estarem flutuando. Estes efeitos não mais foram obeservados nas versões futuras deste jogo e outros games.

O jogo foi o primeiro arcade a ser convertido para o console Atari 2600, sendo um sucesso imediato por não apenas capturar as características do jogo original mas também por adicionar novas versões de jogo. Posteriormente foram lançadas versões para Atari 5200, MSX, SNES e Colecovision. Jogos "clones" de Space Invaders podem ser encontrados em qualquer videogame moderno, internet e até mesmo em celulares.

sábado, 25 de agosto de 2012

Amores da infância: Robô Trony, da Estrela



O robô Trony foi lançado no começo dos anos 90 (1991), fazendo realmente sucesso até 96~97, antes da chegada dos 'laptops', bonecos mais autônomos, videogames modernos e outros atrativos para os pequenos.

Com 40cm e pesando 1kg, utilizava 2 pilhas médias e 2 pilhas pequenas.

O que não apareceu durante o vídeo abaixo, foi a função de arremessar bolinhas de plástico (no caso, ele já vinha com uma bolinha laranja) ao puxar seu braço para trás, como uma alavanca. Onde a autora do vídeo aperta a plaquinha amarela, localizada perto das pernas do robô, e ele diz "grande lance", "belo lance, cara" é outra função do brinquedo!

Uma argola plástica também estava inclusa na caixa do Trony, que encaixava nesse local com a plaquinha amarela e, ao lançar a bola para jogar basquete com ele, falava as frases que vocês podem ouvir no vídeo!

Ah, uma curiosidade que não vi em outro brinquedo: ele tem botõeszinhos vermelhos nos lados dele que dão CÓCEGAS nele! Ele dá risada e pede "PARA"! Não é um amor?! :P

Esse brinquedo foi um dos melhores e mais esperados que tive! Lembro exatamente quando ele chegou aqui em casa... e, depois de muitos anos passados, ele se torna um filho querido que tenho ;) [ok, eu trato não só animais como filhos, mas meus brinquedos também...haha]

Essa foto da esquerda é legal pois tem uma outra função pouco conhecida do Trony: se você arrastar ele no chão, pode escolher se ele fala ou late ;)

Aqui temos um vídeo mostrando algumas funções do Trony:




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Esse robô considero até hoje, mesmo estando obsoleto perante novos brinquedos tecnológicos, como um importante meio para ajudar de desenvolvimento de raciocínio (jogo estilo Genius na frente do robô), coordenação e responsabilidade; não só a criança deve cuidar a preservação do brinquedo, mas também acompanhar seu "amigo" nas atividades ;)

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Dreamcast: o sonho acabou?


O fato de a Sega hoje não ser tão poderosa tem um nome: Dreamcast. E é uma pena que seja assim.

Lançado no Japão em 1998 e no resto do mundo no ano seguinte, o DC (ou Dream, para os "íntimos") foi o último console de mesa lançado pela empresa mãe de Sonic. A máquina, claramente à frente de seu tempo, foi fruto de uma iniciativa conjunta da produtora japonesa com gigantes como a Microsoft - a lenda diz que foi este projeto que começou a interessar a companhia do Vale do Silício a investir nesse mercado, inclusive.


Assim como o Nintendo 64, haviam consoles de diferentes cores; e a mídia vinha para bater de frente com o início do DVD, mesmo ele ainda não sendo utilizado em jogos: o GD tinha este nome por ter a capacidade de 1GB em disco.

Infelizmente, o fracasso comercial veio, e a troca de comando na Sega, no início de 2001, fez com que a empresa focasse sua produção em software, descontinuando a produção do aparelho. Entretanto, novos modelos continuaram a ser lançados no Japão, e games continuaram a ser produzidos em terras nipônicas até meados de 2007.

A herança importante do período de vida do console no Ocidente foi, provavelmente, a qualidade dos games exclusivos (como Crazy Taxi) e das conversões de jogos de arcade, como a série Capcom vs SNK.

Vejam por vocês mesmos.





Ainda hoje, muitos colecionadores procuram pelo console justamente pelo valor de seu hardware: em sua época, utilizou de grandes parcerias alardeadas entre os fãs e a mídia especializada, e o design de hardware e software são a última geração de inspirações no Megadrive (16-bits) e no Saturn (32-bits), como pelos já citados games que só podiam ser jogados por ali - pelo menos, até serem disponibilizados para download pelas redes PSN e Live.

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Rivalidades


Rivalidades ferrenhas são pra crianças. A dupla saltadora acima é, talvez, um dos grandes exemplos que, com o tempo, soube aprender a trabalhar em equipe.

Minha infância foi a de um fanboy da Nintendo: apesar de não ter tido um NES quando criança (caso hoje resolvido), o jogo que provavelmente mais me divertiu foi Super Mario World. As diferentes fases, a capinha amarela, os múltiplos segredos me permitiam jogar desde o começo muitas vezes; o tal do fator replay era alto, ou era o caso de só ter este cartucho à época.

Depois disso, cheguei a conhecer Sonic. Ao ir à casa de um parente, que tinha seu Megadrive, com um único cartucho (daqueles de múltiplos jogos). Foi a única vez em que joguei uma aventura do porco-espinho azul antes da minha maioridade.

Não gostei, e não sabia dizer o porquê, no topo daqueles meus 10 anos de vida. Hoje, entretanto, eu sei.


Naquele tempo, havia uma ferrenha competição entre Sega e Nintendo, e ela se refletia em suas mascotes. Nada como as brigas de mimimi entre fãs de Robert Pattinson e o tal lobisominho (só decorei o nome do primeiro por causa do recente de traição da sua também companheira de atuação, aliás). A questão é que haviam características dos consoles das empresas que os distinguiam fortemente, os tornavam únicos. Mas quem disse que os fãs inverterados de uma franquia gostariam de admitir que a outra também possuem qualidades?

Mario, para seguistas, era lento, e não tinha tanto espírito aventureiro, além de ser um velho gordo e barrigudo (se bem que o Sonic também emagreceu, mas enfim)

Sonic, para intendistas, era impossível de se enxergar com clareza, tinha inimigos com a personalidade de uma porta e tinha um vilão que imitava o bigode do seu encanador favorito (e que também era gordo)

Algumas dessas coisas acima eu disse; outras, eu escutava. E o tempo passou...


Há alguns anos, vemos os dois trabalhando juntos em games das Olimpíadas, de verão e de inverno, para as plataformas da Nintendo. A competição continua, portanto, de forma saudável. Todos juntos, celebrando os esportes, e competindo, sem discussões.

As pessoas crescem, e vão aprendendo a, pelo menos para algumas coisas, serem mais flexíveis. Estava, ontem mesmo, jogando Sonic 2, direto do cartucho. E me arrependi amargamente dado mais chances ao ouriço antes. Claro que posso jogar as duas coisas, poxa. O hobby, como tudo na vida, é melhor ao nos unir, e não nos separar. E o mercado amadureceu de vez, deixando de lado, na grande maioria das vezes, as rusgas mesquinhas entre quem gosta mais deste ou daquele jogo.

Isso, claro, não teria acontecido se a tragédia comercial tivesse abatido-se sobre o Dreamcast - até hoje, um dos consoles favoritos de muitos. O que não retira o mérito da parceria que hoje ocorre... Isso, é claro, é uma outra história.

Killer Instinct: a Microsoft barrou e nem disse nada...

Quem jogou N64 conhece (ou já viu alguém jogando) Killer Instinct!

Admito que achei tosquinho, estranho... mas depois curti o jogo! E olha que sou mulher, né? Mas, vai entender...




O jogo de luta da Rare, que foi, por diversos anos, uma 'second-party' da Nintendo, tornou-se também um dos jogos mais aclamados no Super Nintendo. Uma tristeza: nunca ganhou uma segunda sequência.

Até pouco tempo não era conhecido o motivo, mas Don Murphy, um ex-modelador 3D da empresa, foi a público explicar de quem é a culpa.

Ele desabafou: "...a Microsoft estava mais interessada em alargar o seu público do que fazer outro jogo de luta. Por isso nunca chegou a ser feito". (...)". Mas, para nooooossa alegria: a Rare está sendo assediada pela Nintendo!  \o/



Vai dizer que não dá vontade de ver novamente esses golpes e loucuras do jogo?!  :)




Fica aqui nossa esperança de novos jogos, novas aventuras...pois viver só de remakes está ficando chato!



[ ] s




Fonte da notícia: GameWorld


Isso mesmo pessoal, voltaaaaaaamos  :D

Depois de correrias de aulas, provas, serviço e demais afazeres.... retomamos nosso espaço de lazer e comunicação com amigos e conhecidos!



Agradecemos desde já os seguidores e leitores que continuaram acessando e lendo nosso trabalho  ^_^

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

O RPG e o espaço-tempo

Queriam o quê? Foi a primeira imagem 
sobre "espaço-tempo" na busca do Google!

Em um RPG de mesa, o espaço e o tempo, assim como em um livro, filme, quadrinho - quiçá uma novela - são subjetivos. Ou seja: o espaço não mede o mesmo que no mundo real, e o tempo não passa na mesma velocidade.

Na verdade, ao contrário dos exemplos que citei antes, há uma diferença crucial nas histórias contadas em RPG e quaisquer outras mídias: a continuidade da história. Esta não precisa acabar - talvez nem começar, quem sabe? - e seu nome é diferente.

Senhores, calma... Não estava falando 
especificamente de campanha militar ^^"

Uma história inteira de RPG é chamada de campanha. Numa campanha, assim como os livros têm capítulos, temos aventuras, que podem se conectar ou não - nesse caso, funcionariam mais como pequenas crônicas. Como é uma história ou coleção de histórias, pede-se que exista um estilo que norteie toda a jornada. Ao estilo da campanha damos o nome de ambientação. 

Ao começar uma campanha, escolhe-se um tipo de história, tais como viagens espaciais, fantasia medieval, monstros de bolso, ou mesmo um mundo já existente. Este é o cenário de campanha, um mundo específico e construído para um jogo de RPG, ou uma adaptação de um mundo já existente. No Brasil, o cenário de campanha original mais jogado certamente é Tormenta.

Capa de Tormenta RPG, editado pela Jambô.

Tormenta é criação de Marcelo Cassaro, JM Trevisan e Rogério Saladino - carinhosamente chamados de "Trio Tormenta". As histórias de Tormenta se passam na terra de Arton, um mundo regido por um Panteão de 20 deuses e com um número quase tão grande de problemas. Tapista, o Reino dos Minotauros, conquistou reinos humanos e impôs suas leis e costumes a eles; a Aliança Negra dos goblinóides devastou a porção sul do continente; deuses malignos esquecidos voltaram à vida; e a própria Tormenta, que dá nome ao cenário, consistindo em uma conquista territorial de um outro universo sobre Arton. A tempestade que traz a invasão rubra destrói a matéria, enquanto os próprios invasores corrompem corpos, mentes e almas artonianos.

Tempo, tempo, mano velho... -nnnnnnnn

E o tempo, como sempre... Ou como agora, ontem, amanhã, daqui a 3 mil anos, sempre é relativo. Alguns meses podem se passar de uma aventura até a próxima dentro de jogo, assim como os jogadores podem ter pouco tempo para se encontrar - jogando uma vez por mês, por exemplo - e mesmo assim, continuarem no instante seguinte a aventura quando se encontrarem novamente. Pior mesmo é quando o combate para no meio - quase como no momento crítico de uma batalha em um anime, e a cena foca nos heróis em dificuldade... Para continuarmos no próximo episódio.

Sim, vocês leram direito. Até o próximo episódio. ;D

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Caça Fantasmas 3 sem Bill Murray!?

Quê? Como assim!?

Pois isso pode se confirmar logo, logo. Enquanto Dan Aykroyd escreve o roteiro da nova aventura do grupo que mexe com os seres de ectoplasma - e que não é o Padre Quevedo - seguem as recusas de Bill Murray em participar de qualquer coisa que possa ter conexão com os dois primeiros filmes.

Rick Moranis, que há muito não aparece, já confirmou sua participação. O mesmo vale para Sigourney Weaver e outros dois Caça-fantasmas, Harold Ramis e Ernie Hudson. O diretor dos dois primeiros filmes, Ivan Reitman, também volta para comandar a sequência.

Apesar disso, Aykroyd disse que, se for preciso, Murray será substituído. Contudo, não houve briga entre o time original de atores. "Nos comunicamos frequentemente e sua posição em relação ao seu envolvimento com Caça-Fantasmas 3 sempre foi clara e eu respeito isso. Mas Bill tem muita estima positiva pelas minhas habilidades como roteirista para despedaçar meu trabalho".

Harold Ramis, Bill Murray e Dan Aykroyd

O ator/diretor assim falou pois os boatos são de que Bill Murray teria rasgado os roteiros enviados para ele. A Columbia Pictures avisou que o filme pode não sair sem o time original completo de Caça-Fantasmas. Em quem confiamos?

Ficamos no aguardo dos próximos capítulos...

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Cavaleiros do Zodíaco tem primeira imagem divulgada


Desde que o vídeo de um suposto filme baseado na série animada Saint Seiya (Cavaleiros do Zodíaco), foi exibido durante a Jump Festa 2010 no Japão, os fãs estão ansiosos por novidades!



O longa-metragem em computação gráfica foi anunciado oficialmente pela Toei Animation, dona dos direitos da série, e até ganhou site oficial e a primeira imagem, que você pode ver aqui.

O enredo deve recontar a origem de Seiya e dos cavaleiros de Atena, o que permite "novas possibilidades", de acordo com o comunicado oficial.

Cavaleiros do Zodíaco nasceu como mangá de Masaki Kurumada e fez muito sucesso nos anos 1990 como anime. Ao longo do último ano, a franquia ganhou um videogame chamado Saint Seiya - Sanctuary Battle e uma nova série para TV, Saint Seiya Omega, anunciada nesta semana, que estreia em abril nos Estados Unidos e conta com personagens totalmente novos. [pô, e no Brasil nada? ;( ]

Saint Seiya - The Movie ainda não tem data de lançamento.



*texto adaptado do Portal MSN

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Celulares coloridos: por que não existem mais?


Não é de hoje que nota-se a padronização dos modelos de celulares, com cores variando entre preto e branco. Nada de coloridos. Nada de leds/luzes coloridas durante chamada.

Alguém aqui sente falta disso?! Eu sinto.

Apesar de andar quase sempre com roupas pretas ou cores escuras, adoro ter acessórios de diversas cores...mesmo não combinando com minha carteira ou bolsa ou seja lá o que tiver comigo.

Lembram dos celulares v8?! Ou também, aqueles com luzes azul ou laranja?! Diversas marcas apostaram em aparelhos coloridos, com efeitos e capas diversas...porque parar com isso para tudo ficar quase igual?!


Então, preferem esses.... ou só os iguais a todo mundo?!

Anos atrás, era legal (e até modinha) ter um celular diferente, colorido ou com "straps"...sabe aquelas bonequinhas/sininhos e objetos afins pendurados nos celulares? ô saudade...


De momento é isso, fiquei saudosa com meus antigos celulares e os pingentes coloridos/brilhantes e etc...

Abraço! ;}

domingo, 5 de fevereiro de 2012

RPG: o que significa?


O que será este troço de três letras? Seria a Reeducação de Postura Global? Não! Uma caveira de pirata? Tão pouco...

No caso, RPG é a sigla de Role Playing Game, ou, em bom português, Jogo de Interpretação de Papeis. Mas o que isso nos diz? Nada, né? XD

Enfim, vou usar a definição que Marcelo Cassaro, meu xará famoso, usa no manual do jogo 3D&T Alpha. "3D&T é um jogo de contar histórias. Histórias exigem personagens. Por isso você e um grupo de amigos controlam, cada um, um personagem."


Pense em uma brincadeira de criança, como Polícia e Ladrão ou quando cinco amigos se juntavam e fingiam ser os Cavaleiros do Zodíaco durante uma hora ou mais. O RPG é muito semelhante a eles; a diferença é que possui regras, definidas pelo sistema de jogo. O sistema é um conjunto de regras aplicado à construção de personagens e às ações possíveis pelos personagens.

Cada sistema de RPG pode ser usado para um ou mais gêneros de histórias: fantasia medieval, horror, super-heróis, ficção científica, western, anime... A imaginação é a única limitação.

Seu Madruga também pode interpretar diferentes personagens.

Cada jogador cria um personagem que será a sua representação dentro de jogo. Ele não precisa se parecer em nada com o jogador: um homem pode jogar com uma personagem feminina, e vice-versa. Ele nem mesmo precisa ser humano!

Se você for um vampiro... Não seja esse vampiro.

A história em uma partida de RPG é uma narrativa interativa; ao contrário de um filme, onde a história é pré-definida, as coisas acontecem mais próximas de um jogo de videogame. Você, ao interpretar seu personagem, pode ir a qualquer lugar possível dentro daquele cenário de campanha.

Um cenário de campanha é o "lugar" escolhido para os personagens, que pode variar desde Gotham City até a Enterprise, passando pela Terra-média e outros lugares, verossímeis ou não. E quem define isso? Quem controla os personagens, para que eles sigam dentro das regras? Quem interpreta as outras pessoas, aliens ou elfos do mundo?

A resposta está no Mestre. O Mestre é outro cara do grupo, assim como você. Contudo, ele está ali para fazer com que os outros personagens tenham uma história para contar, dando-lhes desafios, oferecendo oportunidades para crescerem, etc.

IMPORTANTE: O Mestre NÃO está contra os jogadores. Em uma partida de RPG, o termo "jogadores" não refere-se a "competidores", e sim a "participantes". Sim, personagens podem morrer: mas isto provavelmente não é fruto apenas das ações do Mestre, e sim das consequências dos atos dos personagens dos "jogadores".

Pessoalmente, é um jogo que me fascina pela capacidade de ensinar. Existem, principalmente no Brasil, muitos projetos dedicados a aliar RPG e educação. Eu acabei por aprender muita coisa nestes últimos 10 anos jogando. Espero que vocês também. :D


sábado, 4 de fevereiro de 2012

Um sonho: pesquisar na companhia do Space Invaders!


O Space Invaders é um jogo de videogame estilo "arcade" desenhado por Tomohiro Nishikado e lançado em 1978. Foi originamente construído pela Taito Corporation e um tempo depois foi licenciado para produção nos EUA pela Midway Games. Space Invaders foi um dos primeiros jogos de tiro com gráfico bidimensional. O objetivo é destruir ondas de naves com um canhão à laser para ganhar o maior número de pontos possível. Para construir o jogo, criador se inspirou na mídia popular, como Guerra dos Mundos e Star Wars.

Apesar de seus controles simples comparados com os jogos de hoje, este jogo ajudou a expandir a indústria de video game para uma indústria mundial. Quando o jogo foi primeiramente lançado, ele fez muito sucesso!

Outro detalhe interessante obeservado nas primeiras versões do arcade em 1978, era que o jogo originalmenete se passava em uma tela em "reverso" na parte inferior do gabinete e refletido na forma correta em espelhos dentro do arcade, onde também se encontravam desenhos ao fundo. Com a ajuda da iluminação interna, todo este conjunto causava um belíssimo efeito tri-dimensional ao jogo. Tinha-se a ilusão de os gráficos estarem flutuando. Estes efeitos não mais foram obeservados nas versões futuras deste jogo e outros games.

O jogo foi o primeiro arcade a ser convertido para o console Atari 2600, sendo um sucesso imediato por não apenas capturar as características do jogo original mas também por adicionar novas versões de jogo. Posteriormente foram lançadas versões para Atari 5200, MSX, NES e Colecovision. Jogos "clones" de Space Invaders podem ser encontrados em qualquer videogame moderno, internet e até mesmo em celulares.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Jogos de tabuleiro: War!


“Deus quis que os homens se divertissem com muitos e muitos jogos, pois eles trazem conforto e dissipam as preocupações.”
Rei Afonso X de Leão e Castela, no prefácio de seu “Livro dos Jogos” (século XIII)

Jogos disputados por uma ou mais pessoas, utilizando uma base (tabuleiro) onde se movimentam as peças seguindo regras definidas: basicamente, é esta a definição de Jogos de Tabuleiro. Não interessa de que material é feita esta base, já que existem tabuleiros de madeira, pedra, plástico, papelão e inúmeros outros materiais, nem de como são as peças utilizadas ou se as regras são corretamente seguidas – gosto de adaptar um pouco estas – mas sim o quanto de diversão ele proporciona.
Para quem acha que jogos de tabuleiro são “antiguidades”, devo dizer que estão corretos. Realmente, eles apareceram faz alguns poucos milênios e grandes civilizações do passado, como Egito e Mesopotâmia, já se divertiam com eles. Foi a partir destes impérios que se espalharam pelo mundo. Aliás, o primeiro jogo que se tem noticia é o “Senet” do Egito antigo.
Agora, quem pensa que são antiguidades e por isto estão ultrapassados, lamento informar: estão redondamente enganados. Os jogos de tabuleiro, apesar do surgimento dos jogos eletrônicos, ainda são muito populares. Eles fizeram parte da minha infância e ainda fazem parte da minha vida adulta, assim como de grande parte das pessoas. E, observo feliz, fazem parte da infância dos meus sobrinho e crianças próximas. Ou seja, ainda são muito populares.
A imensa variedade de jogos disponíveis ajuda na sua popularização, já que temos jogos para todos os gostos: sensoriais, psíquicos, estratégicos, etc. O objetivo é sempre a vitória, seja ela conquistando territórios, virando milionário, descobrindo o assassino ou exibindo conhecimento. O que buscamos é sempre vencer o adversário, divertindo-se no processo de preferência.
O melhor dos jogos de tabuleiro é a oportunidade de diversão em grupo. Neste verão pegamos alguns dias de chuva na casa de praia, sem TV a cabo, internet ou videogame. Solução para acalmar molecada? Jogos de tabuleiro! Achamos por lá o Imagem & Ação, Banco Imobiliário, War e o Twist. Foi divertido ver a molecada se apaixonando pelos jogos, mas o melhor foi ver a marmanjada se acabando para ganhar. O tempo melhorou e nem notamos.
Espero ficar velhinha jogando e quem roubar no jogo vai levar bengalada! Como isto ainda deve demorar um bom tempo, que tal deixar umas sugestões de jogos por aqui? Vamos lá:
Para crianças, entre 8 e 10 anos (porque antes os jogos são muito bobinhos), recomendaria Ludo, Damas, Jogo da Vida, Banco Imobiliário, Combate, Detetive, Passa-letra, Can-Can, Cara a Cara, Damas, Xadrez, e jogos neste estilo. Nada muito complicado, fáceis de assimilar a regra e divertidos.



A partir desta idade, temos jogos mais complexos e que exigem um pouco mais de conhecimento e menos sorte. Nesta fase, temos os jogos de Estratégia e de Interação.

Nos jogos de estratégia, podemos citar alguns, que exigem mais dos jogadores tanto no aprendizado das regras quanto nas jogadas a serem realizadas: WAR, Scotland Yard, Interpol, Diplomacia, Descobridores do Catan, O Grande Chefão, etc.

Já os Jogos de Interação e de Perguntas/respostas são meus favoritos, mais focados nos jogadores do que no tabuleiro em si e podendo ser jogados com grandes números de pessoas. Eu os acho muito divertidos, e posso sugerir Imagem & Ação, Perfil, Master, Proibido Falar, Diga Logo, Perfil, Jogo do Milhão, Qual é a Música, etc.


Quem tiver mais sugestões deixe nos comentários, pois elas sempre são complementações muito bem vindas! Agora, com licença, acho que vou ali jogar um pouco e volto outro dia.


texto by Marcelo ;)

sábado, 28 de janeiro de 2012

Fofuras em papel: Edward Elric, de Full Metal Alchemist

Lembro de quando desenhava bichinhos e bonequinhos em papel, para fazer teatro com os colegas e também fazia em casa, para contornar alguns momentos de solidão...

Deu vontade de fazer um quarteto igual a esse da imagem! O que acham?!

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

NASA lança imagem de mais de 8 mil por 8 mil da Terra

Nesta segunda-feira, a NASA - sabe, né, onde eles fazem computadores que você nem sonha em usar pra comandar robozinhos em Marte e telescópios que permitem ver os ácaros de Saturno, se eles quiserem - publicou em sua conta no Flickr a seguinte imagem:

Bonita, não?

Esta imagem da terra - disponível em tamanho original aqui - foi tirada pelo mais novo satélite da agência espacial americana em órbita, o Suomi NPP, utilizando o telescópio VIIRS, e tem 8000x8000 pixels. Isso mesmo, OITO MIL!!!

A cada 24h, a Suomi NPP dá uma volta completa na Terra

Enfim... Pelo menos me parece um ótimo wallpaper, não?
Até! o/

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Estréia em março nos cinemas: The Lorax !


Essa aventura animada, que foi adaptada do livro infantil de Dr. Seuss, conta a jornada de um garoto, Ted, que está procurando a única coisa que lhe permitirá ganhar a afeição da garota de seus sonhos. Para isso, ele deve descobrir a história de Lorax, uma criatura mal-humorada (mas charmosa) que luta para proteger o seu mundo.

O longa é narrado por Once-ler, um empreendedor ganancioso que desmata a floresta de Trúfula, árvores fantásticas do universo de Dr. Seuss, para fabricar roupas

Danny DeVito vai emprestar sua voz para o personagem principal, Lorax, e Ed Helms será a voz da enigmática Once-ler. Outros artistas também emprestam suas vozes, Zac Efron será Ted, o rapaz jovem e idealista que está procurando Lorax, Taylor Swift será Audrey, a garota dos sonhos de Ted. Rob Riggle será o rei das finanças O'Hare e a querida atriz Betty White será a sábia Grammy Norma de Ted



O filme é o 3º longa-metragem criado pela Universal Pictures e Illumination Entertainment (de "Despicable Me"). O Lorax: Em Busca da Trúfula Perdida tem estréia prevista para 2 de março, com direção de Chris Renaud.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Coleção de bonecos do seriado Chaves! Você conheceu?

Esse foi um post beeem antigo, lá de 2008...vocês recordam dessa coleção?! ;)
Fiz um review sobre a coleção, pois muitos me perguntavam sobre o surgimento, tamanho e material dos bonecos.

Espero que gostem!




Altura: 16 - 18 cm

Material: borracha, com pintura feita à mão.

Movimentos: mexe a cabeça para os lados, com exceção do Seu Madruga, Dona Florinda, Prof. Girafales e Dona Clotilde.

Data: Lançado pela Abekas Tecnologia Ind. Com. LTDA, em 1991

Disponibilidade: considerado raro por muitos colecionadores e vendedores de lojas e grandes sites de leilões.

Valor atual: na época em que eram comercializados, custavam algo comparado a 10~20 reais, comparando em termos de inflação e etc. Já encontrei alguns dos personagens em valor de 50 a 80 reais.

Prós: borracha resistente, pintura bem feita e detalhista, fidelidade com o rosto dos personagens, preço acessível (na época).

Contra: conservar em local seco e arejado, não mergulhar na água (logo, não dê para as crianças brincar na piscina! ), preço atual exagerado e nem sempre está bem conservado. Como é item de colecionador, outro problema é ENCONTRAR toda a coleção.

Recomendo? Sou suspeita para dizer, mas eles são bonecos muito bem feitos, com material de boa qualidade. Os novos bonecos da Turma do Chaves que encontrei não são nada parecidos com os originais personagens....uma pena para as próximas gerações, mas enfim, são baseados é no desenho animado e não nos atores...faz sentido então!

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Multiverso ComicCon 2012 - Sidney Gusman

O Neurônios Agitados continua com a série sobre os convidados do Multiverso ComicCON. Falamos novamente de um profissional que já esteve em Porto Alegre na primeira edição, em 2011: Sidney Gusman.


Sidney é diretor de Planejamento Editorial da Maurício de Sousa Produções e editor-chefe do site Universo HQ. Ele já ganhou seis prêmios no Troféu HQ Mix, e o site, nove. Desde os anos 90 escreve sobre quadrinhos para publicações de grande circulação, indo desde a Folha de S. Paulo até a revista Superinteressante. Também foi editor executivo da editora Conrad e editou a revista especializada Wizard (que depois viraria Wizmania) entre 2003 e 2006.

Os álbuns MSP 50 (foto) MSP+50 e MSP Novos 50 foram idealizados

pelo jornalista, já na função de Planejamento Editorial

da Maurício de Sousa Produções



Além disso, o jornalista tem quatro livros publicados: 100 Respostas sobre Super-Heróis, 100 Respostas sobre Hanna-Barbera e 100 Respostas sobre Batman (publicados pela editora Abril) e Maurício - Quadrinho a Quadrinho, editado pela Globo.



Conversamos com Sidão - como também é conhecido no meio HQ - via Facebook, e falamos sobre o evento e uma curiosidade. Confiram:


Neurônios Agitados: Qual a expectativa tua pra vir novamente aqui?

Sidney Gusman: As melhores possíveis, pois a galera que compareceu ao evento foi extremamente participativa e mostrava-se antenada ao que estava rolando.



NA: Como tu avalia o atual cenário dos eventos de HQ e assemelhados no país?

Sidão: O mercado de quadrinhos nunca viveu um momento tão bacana, com diversas editoras publicando e, principalmente, dezenas de autores produzindo material de qualidade. E vem mais por aí.



NA: O site da Mônica também ficou fora do ar em protesto contra o SOPA hoje. Qual é o impacto nos muitos leitores da Turma, seja lá qual for a idade deles?

Sidão: O impacto é o de ajudar a fornecer ao público mais jovem informação; e isso foi feito.





É isso, pessoas! Até daqui a pouco! o/

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Propagandas famosas... lembram dessas?

Embratel - DDDs




"O elevador" - Sukita




Poupança Bamerindus




Ursos da Coca-Cola




Mamíferos - Parmalat

Rob Liefeld escreve três séries da DC - algum problema com isso?

O cara tá atirando... de bundinha arrebitada!?

Depois do anúncio de que a série Rapina e Columba seria uma das primeiras do relançamento a serem canceladas - ainda na edição 8 - Rob Liefeld recebeu a incumbência de escrever roteiros para outras três: Gavião Negro, Exterminador e Bandoleiro.

Liefeld sempre foi um artista polêmico e meio. Tem o crédito de ter feito o mercado não ter mais o foco somente nas editoras, mas ser dividido também com os artistas. É um dos fundadores da Image Comics, junto com Todd McFarlane (criador de Spawn), Jim Lee (atualmente desenhando a Liga da Justiça) e outros artistas que resolveram trazer novas histórias e novos personagens - e todos recebendo os créditos integrais por suas histórias. Por outro lado, ele também é duramente criticado, principalmente pela qualidade de seus desenhos: ele fez Heróis Renascem para a Marvel em 1998, desenhos que rendem piadas até hoje.

Entenderam o porquê das críticas agora?

Claro que o traço de Rob Liefeld nem sempre é tão ruim quanto o Capitão América com o peito distorcido. Mas eram os anos 90 antes, e ele era um astro do mundo dos quadrinhos. E provavelmente você também gostava dos desenhos dele e não se importava. Eu continuo não me importando: se a editora dá trabalho pro cara, porquê meter o bedelho?

Até porquê, mesmo agora não consigo ficar nervoso com os desenhos dele. Pelo contrário: me divirto. XD
Sem mais.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Colecionismo é fanatismo?

Nós, simples mortais, que temos nossos 4 ou 5 consoles e já nos consideramos f*das... imagina esse cidadão! Poxa vida, 119 consoles?! Morri!

E uma coisa que sempre digo, só quem compreende sua mania de colecionar (seja lá o que for) é que merece estar ao seu lado e dividir uma vida... sorry, mas é bem isso, compreensão é tudo em um relacionamento.

Mas ok, tudo tem o seu limite... eu falo por experiência própria.
Apenas estou com uma considerável coleção de cartuchos e consoles por conta de tempo acumulado (no caso do Master System, que a locadora passou a vender as fitas por 5 reais), por 'sorte' (ganhando de amigos), por ofertas de bons produtos antigos e também por repartir gastos com o @marcelogrisa ;) Dessa maneira, o colecionismo precisa ser é algo saudável!

Fica o questionamento aqui, quem quiser debater ou comentar sobre isso...à vontade!



Enfim, espero que gostem do vídeo, cedido no youtube pelo site Olhar Digital*.





*de acordo com internautas e pesquisas, há pessoas com um nº maior de consoles. Ou seja, ele está ENTRE os que tem as maiores coleções no mundo. ;)



Abraços!! \o/

Multiverso ComicCON - Eddy Barrows entre nós



Eduardo Barros, mais conhecidocomo Eddy Barrows, é um dos convidados do Multiverso ComicCon 2012, marcando presença pela segunda vez na Capital do RS.

O incentivo da família pela leitura de quadrinhos despertou imediatamente oamor pelas narrativas visuais. Em razão da sua paixão pelos desenhos e cores,começa a desenhar ainda garoto. Até hoje Barrows lê as revistas da Turma da Mônica, sendo Chico Bento seu personagem favorito.

Aos 22 anos, passou a trabalhar com ilustrações de cadernos escolares, livros infantis e campanhas publicitárias. Mas é aos 24 anos que decide retomar às HQs, fazendo testes na Art & Comics Studios durante 6 meses.



Em sua carreira, o paraense passou por títulos de prestígio na DC Comics, como Superman e Jovens Titãs. Eleainda desenhou alguns números da série 52 - quando o Batman, Superman e Mulher Maravilha desapareceram da Terra-1 por um ano.

Atualmente, Eddy Barrows empresta seu traço à revista
de Asa Noturna nos "novos 52" da DC

O Neurônios Agitados conversoucom o quadrinista pelo Facebook, falando sobre o MCC e outros eventos do meio HQ. Confira:

Neurônios Agitados: Qual a sua expectativa com relação ao Multiverso ComicCON 2012, aqui em Porto Alegre?!

Eddy Barrows: A expectativa é a melhor possivel. A ComicCON de Porto Alegre tem tudo para se tornar uma referência nacional nos proximos anos, assim como o FIQ é hoje­.

NA: Qual é atua avaliação do Brasil em relação à qualidade dos eventos de quadrinhos eoutros semelhantes?

Barrows: O nosso país está tendo varios eventos espalhados nos 4 cantos doPaís. Estarei em outros 3 eventos somente este ano, com exceção do FIQ. O restante deles ainda precisa de mais planejamento. Um evento organizado leva tempo para ser montado. Por exemplo: o New York ComicCon e a ComicCon em SanDiego, na Califórnia, começam a ser planejados já no dia de fechamento do evento anterior­. Ou seja: tudo é preparado com muita antecipação. O FIQ é um dos poucos eventos nacionais que é planejado da mesma forma, e o Multiverso ComicCon adotou a mesma postura. Neste sentido, eu acho que se tornará uma referência como evento de quadrinhos no Brasil­.
Outro fator legal é que o Emerson Vasconcelos (organizador do evento) é um grande fã de quadrinhos. Ele entende do assunto, sabe do que o publico quer. Diferente do Rio Comic Con, aonde o evento só atende uma pequena parcela do publico. É algo mais voltado pra quadrinhos europeus e alternativos, que acaba por deixar de lado o grande público, que gosta de quadrinhos de super-heróis. Estou dando umas alfinetadas na Rio Comic Con, espero que você não se importe­. (risos

Enquanto vocês vão conhecendo o Barrows, vamos aprontando mais material para você, nosso leitor.

Até a próxima, pessoal!

@marcelogrisa e @my_pandoras_box