segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Que tal pesquisar na companhia do Space Invaders?



O Space Invaders é um jogo de videogame estilo "arcade" desenhado por Tomohiro Nishikado e lançado em 1978. Foi originamente construído pela Taito Corporation e um tempo depois foi licenciado para produção nos EUA pela Midway Games. Space Invaders foi um dos primeiros jogos de tiro com gráfico bidimensional. O objetivo é destruir ondas de naves com um canhão à laser para ganhar o maior número de pontos possível. Para construir o jogo, criador se inspirou na mídia popular, como Guerra dos Mundos e Star Wars.

Apesar de seus controles simples comparados com os jogos de hoje, este jogo ajudou a expandir a indústria de video game para uma indústria mundial. Quando o jogo foi primeiramente lançado, ele fez muito sucesso!

Outro detalhe interessante obeservado nas primeiras versões do arcade em 1978, era que o jogo originalmenete se passava em uma tela em "reverso" na parte inferior do gabinete e refletido na forma correta em espelhos dentro do arcade, onde também se encontravam desenhos ao fundo. Com a ajuda da iluminação interna, todo este conjunto causava um belíssimo efeito tri-dimensional ao jogo. Tinha-se a ilusão de os gráficos estarem flutuando. Estes efeitos não mais foram obeservados nas versões futuras deste jogo e outros games.

O jogo foi o primeiro arcade a ser convertido para o console Atari 2600, sendo um sucesso imediato por não apenas capturar as características do jogo original mas também por adicionar novas versões de jogo. Posteriormente foram lançadas versões para Atari 5200, MSX, SNES e Colecovision. Jogos "clones" de Space Invaders podem ser encontrados em qualquer videogame moderno, internet e até mesmo em celulares.

sábado, 25 de agosto de 2012

Amores da infância: Robô Trony, da Estrela



O robô Trony foi lançado no começo dos anos 90 (1991), fazendo realmente sucesso até 96~97, antes da chegada dos 'laptops', bonecos mais autônomos, videogames modernos e outros atrativos para os pequenos.

Com 40cm e pesando 1kg, utilizava 2 pilhas médias e 2 pilhas pequenas.

O que não apareceu durante o vídeo abaixo, foi a função de arremessar bolinhas de plástico (no caso, ele já vinha com uma bolinha laranja) ao puxar seu braço para trás, como uma alavanca. Onde a autora do vídeo aperta a plaquinha amarela, localizada perto das pernas do robô, e ele diz "grande lance", "belo lance, cara" é outra função do brinquedo!

Uma argola plástica também estava inclusa na caixa do Trony, que encaixava nesse local com a plaquinha amarela e, ao lançar a bola para jogar basquete com ele, falava as frases que vocês podem ouvir no vídeo!

Ah, uma curiosidade que não vi em outro brinquedo: ele tem botõeszinhos vermelhos nos lados dele que dão CÓCEGAS nele! Ele dá risada e pede "PARA"! Não é um amor?! :P

Esse brinquedo foi um dos melhores e mais esperados que tive! Lembro exatamente quando ele chegou aqui em casa... e, depois de muitos anos passados, ele se torna um filho querido que tenho ;) [ok, eu trato não só animais como filhos, mas meus brinquedos também...haha]

Essa foto da esquerda é legal pois tem uma outra função pouco conhecida do Trony: se você arrastar ele no chão, pode escolher se ele fala ou late ;)

Aqui temos um vídeo mostrando algumas funções do Trony:




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Esse robô considero até hoje, mesmo estando obsoleto perante novos brinquedos tecnológicos, como um importante meio para ajudar de desenvolvimento de raciocínio (jogo estilo Genius na frente do robô), coordenação e responsabilidade; não só a criança deve cuidar a preservação do brinquedo, mas também acompanhar seu "amigo" nas atividades ;)

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Dreamcast: o sonho acabou?


O fato de a Sega hoje não ser tão poderosa tem um nome: Dreamcast. E é uma pena que seja assim.

Lançado no Japão em 1998 e no resto do mundo no ano seguinte, o DC (ou Dream, para os "íntimos") foi o último console de mesa lançado pela empresa mãe de Sonic. A máquina, claramente à frente de seu tempo, foi fruto de uma iniciativa conjunta da produtora japonesa com gigantes como a Microsoft - a lenda diz que foi este projeto que começou a interessar a companhia do Vale do Silício a investir nesse mercado, inclusive.


Assim como o Nintendo 64, haviam consoles de diferentes cores; e a mídia vinha para bater de frente com o início do DVD, mesmo ele ainda não sendo utilizado em jogos: o GD tinha este nome por ter a capacidade de 1GB em disco.

Infelizmente, o fracasso comercial veio, e a troca de comando na Sega, no início de 2001, fez com que a empresa focasse sua produção em software, descontinuando a produção do aparelho. Entretanto, novos modelos continuaram a ser lançados no Japão, e games continuaram a ser produzidos em terras nipônicas até meados de 2007.

A herança importante do período de vida do console no Ocidente foi, provavelmente, a qualidade dos games exclusivos (como Crazy Taxi) e das conversões de jogos de arcade, como a série Capcom vs SNK.

Vejam por vocês mesmos.





Ainda hoje, muitos colecionadores procuram pelo console justamente pelo valor de seu hardware: em sua época, utilizou de grandes parcerias alardeadas entre os fãs e a mídia especializada, e o design de hardware e software são a última geração de inspirações no Megadrive (16-bits) e no Saturn (32-bits), como pelos já citados games que só podiam ser jogados por ali - pelo menos, até serem disponibilizados para download pelas redes PSN e Live.

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Rivalidades


Rivalidades ferrenhas são pra crianças. A dupla saltadora acima é, talvez, um dos grandes exemplos que, com o tempo, soube aprender a trabalhar em equipe.

Minha infância foi a de um fanboy da Nintendo: apesar de não ter tido um NES quando criança (caso hoje resolvido), o jogo que provavelmente mais me divertiu foi Super Mario World. As diferentes fases, a capinha amarela, os múltiplos segredos me permitiam jogar desde o começo muitas vezes; o tal do fator replay era alto, ou era o caso de só ter este cartucho à época.

Depois disso, cheguei a conhecer Sonic. Ao ir à casa de um parente, que tinha seu Megadrive, com um único cartucho (daqueles de múltiplos jogos). Foi a única vez em que joguei uma aventura do porco-espinho azul antes da minha maioridade.

Não gostei, e não sabia dizer o porquê, no topo daqueles meus 10 anos de vida. Hoje, entretanto, eu sei.


Naquele tempo, havia uma ferrenha competição entre Sega e Nintendo, e ela se refletia em suas mascotes. Nada como as brigas de mimimi entre fãs de Robert Pattinson e o tal lobisominho (só decorei o nome do primeiro por causa do recente de traição da sua também companheira de atuação, aliás). A questão é que haviam características dos consoles das empresas que os distinguiam fortemente, os tornavam únicos. Mas quem disse que os fãs inverterados de uma franquia gostariam de admitir que a outra também possuem qualidades?

Mario, para seguistas, era lento, e não tinha tanto espírito aventureiro, além de ser um velho gordo e barrigudo (se bem que o Sonic também emagreceu, mas enfim)

Sonic, para intendistas, era impossível de se enxergar com clareza, tinha inimigos com a personalidade de uma porta e tinha um vilão que imitava o bigode do seu encanador favorito (e que também era gordo)

Algumas dessas coisas acima eu disse; outras, eu escutava. E o tempo passou...


Há alguns anos, vemos os dois trabalhando juntos em games das Olimpíadas, de verão e de inverno, para as plataformas da Nintendo. A competição continua, portanto, de forma saudável. Todos juntos, celebrando os esportes, e competindo, sem discussões.

As pessoas crescem, e vão aprendendo a, pelo menos para algumas coisas, serem mais flexíveis. Estava, ontem mesmo, jogando Sonic 2, direto do cartucho. E me arrependi amargamente dado mais chances ao ouriço antes. Claro que posso jogar as duas coisas, poxa. O hobby, como tudo na vida, é melhor ao nos unir, e não nos separar. E o mercado amadureceu de vez, deixando de lado, na grande maioria das vezes, as rusgas mesquinhas entre quem gosta mais deste ou daquele jogo.

Isso, claro, não teria acontecido se a tragédia comercial tivesse abatido-se sobre o Dreamcast - até hoje, um dos consoles favoritos de muitos. O que não retira o mérito da parceria que hoje ocorre... Isso, é claro, é uma outra história.

Killer Instinct: a Microsoft barrou e nem disse nada...

Quem jogou N64 conhece (ou já viu alguém jogando) Killer Instinct!

Admito que achei tosquinho, estranho... mas depois curti o jogo! E olha que sou mulher, né? Mas, vai entender...




O jogo de luta da Rare, que foi, por diversos anos, uma 'second-party' da Nintendo, tornou-se também um dos jogos mais aclamados no Super Nintendo. Uma tristeza: nunca ganhou uma segunda sequência.

Até pouco tempo não era conhecido o motivo, mas Don Murphy, um ex-modelador 3D da empresa, foi a público explicar de quem é a culpa.

Ele desabafou: "...a Microsoft estava mais interessada em alargar o seu público do que fazer outro jogo de luta. Por isso nunca chegou a ser feito". (...)". Mas, para nooooossa alegria: a Rare está sendo assediada pela Nintendo!  \o/



Vai dizer que não dá vontade de ver novamente esses golpes e loucuras do jogo?!  :)




Fica aqui nossa esperança de novos jogos, novas aventuras...pois viver só de remakes está ficando chato!



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Fonte da notícia: GameWorld


Isso mesmo pessoal, voltaaaaaaamos  :D

Depois de correrias de aulas, provas, serviço e demais afazeres.... retomamos nosso espaço de lazer e comunicação com amigos e conhecidos!



Agradecemos desde já os seguidores e leitores que continuaram acessando e lendo nosso trabalho  ^_^