Não é de hoje que nota-se a padronização dos modelos de celulares, com cores variando entre preto e branco. Nada de coloridos. Nada de leds/luzes coloridas durante chamada.
Alguém aqui sente falta disso?! Eu sinto.
Apesar de andar quase sempre com roupas pretas ou cores escuras, adoro ter acessórios de diversas cores...mesmo não combinando com minha carteira ou bolsa ou seja lá o que tiver comigo.
Lembram dos celulares v8?! Ou também, aqueles com luzes azul ou laranja?! Diversas marcas apostaram em aparelhos coloridos, com efeitos e capas diversas...porque parar com isso para tudo ficar quase igual?!
Então, preferem esses.... ou só os iguais a todo mundo?!
Anos atrás, era legal (e até modinha) ter um celular diferente, colorido ou com "straps"...sabe aquelas bonequinhas/sininhos e objetos afins pendurados nos celulares? ô saudade...
De momento é isso, fiquei saudosa com meus antigos celulares e os pingentes coloridos/brilhantes e etc...
Lembram daquelas frases e ditados da "máscara cair"?! Pois é, parece que isso já pode ser real...
Então, graças à uma técnica desenvolvida por uma empresa japonesa chamada REAL-f.
E o que assusta: o super realismo delas!
As máscaras foram chamadas pela empresa de 3DPFs (“3 Dimension Photo Forms”, ou “Formas Fotográficas 3D” ) e, como o nome diz, são legítimas réplicas de faces reais em 3D. Existem duas versões das máscaras: uma delas apenas com o formato da face e uma segunda versão que é uma réplica da cabeça inteira de uma pessoa, também chamada por eles de “mannequin type”.
Para criá-las é necessário primeiramente capturar fotos da face da pessoa de diversos ângulos, em seguida as imagens são impressas em uma folha feita de resina de cloreto de vinil esticada sobre um molde. Esta tecnologia é única no mundo e permite que cada detalhe (sim, até 'micro-detalhes'...) seja reconstituído com fidelidade. Veja:
Confesso: não sabia muito sobre a pessoa Steve Jobs antes que ele definitivamente se fosse.
Foi engraçado ficar sabendo que ele era budista (charges sobre ele chegando no céu podem até ser engraçadas, mas a capa da The New Yorker não faz sentido). Foi legal ver as homenagens - até mesmo de seus adversários, como Bill Gates. Foi interessante ver as diferentes reações a esse evento que foi a morte de um cara que mudou e definiu algumas indústrias muito fortes hoje em dia: a própria Apple, Pixar, entre outras.
Mas, mais que tudo isso: foi incrível saber que nunca, JAMAIS a Apple gastou um tostão para saber o que seus clientes pensavam. Foi como entender, finalmente, porque o céu é azul ou como um carro funcionava, apenas para citar problemas de Física.
No final das contas, a maior característica de Jobs era vender o seu conceito: um produto bonito e funcional. Deveria ser fácil para qualquer um, não acham? Porém, sobremaneira hoje, fazer algo bonito é difícil, pois precisa ser original para garantir destaque; quanto a funcional? Bem, pergunte ao Bill! XD
Ele não era necessariamente um gênio tecnológico, como foram outros dos seus contemporâneos do Vale do Silício. Ele estava muito mais interessado em passar suas ideias e seus produtos adiante, fazendo com que sua ideologia ultrapassasse barreiras: você precisou, precisa, e ainda precisará dos produtos da Apple. #FATO
Steve Jobs ainda vive. É fácil de ver: ele ainda deixou 4 anos de planejamento para a Apple lançar produtos desenvolvidos por ele. A notícia é garantia de venda por esse tempo, mas não quer dizer que vá parar por aí.
A Apple é Steve Jobs institucionalizado; é a ideia caminhando, e os seus funcionários são quase como os seus neurônios. Porque, se a ideia era sempre a dele, a empresa foi, e continua sendo, ele mesmo.
Jobs é uma ideia inquestionável, na pior das hipóteses. Na melhor, uma ideia baseada no trabalho e na transcendência. Uma entidade de comunicação. Um visionário. Um gênio. Um trabalhador. Não importa, faz falta. Faltam pessoas com essa vontade e essa potência no mundo de hoje.
"A Apple perdeu um gênio criativo e visonário e o mundo perdeu um incrível ser humano. Aqueles que tiveram sorte o bastante de conhecer e trabalhar com Steve perderam um grande amigo e um mentor inspirador. Steve deixa para trás uma companhia que só ele poderia ter feito e seu espiríto viverá para sempre nas fundações na Apple"
Essas horas não temos muitas palavras para dizer, mas fica aqui o carinho e lembrança do incrível ser humano que ele foi e, não só pela Apple...mas pela Pixar. Nossas infâncias agradecem.
Para condolências, um email que a Apple disponibilizou: rememberingsteve@apple.com
São Paulo – Se depender da vontade do designer Shikun Sun, além da função básica de fazer e receber ligações pelo celular, os cegos têm uma chance de usar o aparelho para ler mensagens, e-mail e fazer outros comandos que até então dependiam apenas da visão.
Ele criou o DrawBraille, conceito de smartphone com 210 pontos que se movem para cima e para baixo para criar o alto relevo necessário à leitura em braile.
O aparelho tem cinco colunas de pontos, que representam os 35 símbolos que formam esse alfabeto, e basta passar os dedos sobre a superfície para ler o menu, a lista de contatos, e-mails, mensagens e até navegar na internet. Se o texto escrito no display mecânico for muito grande, há botões na extremidade do telefone para “rolar a página” para cima ou para baixo.
Ao lado da área de leitura dos pontos, foi projetada uma superfície composta por 20 quadrados, onde o usuário desliza os dedos para executar comandos e escrever. Para redigir uma mensagem em braile, basta fazer os toques certos nos seis quadrados centrais. Os números estão representados pelas teclas que ficam na parte mais externa do teclado.
Para facilitar a conferência do status da bateria, o designer Shikun Sun projetou cinco pontos mecânicos também na lateral do DrawBraille. Cada ponto representa 20% do nível total de carga e quanto mais pontos em alto-relevo, mais carregada está a bateria. O celular ainda tem comandos rápidos que podem ser programados pelo usuário, player de músicas e bloqueio de teclado.
Espero que não pare somente em equipamentos como esse, mas que venha também o respeito e auxílio constante às pessoas com necessidades especiais. É uma atitude que inicia com cada ser dessa ou de outras sociedades.
Dica do dia: não estacione seu carro (seja aquele antigão ou o último lançamento...) emcima da calçada...já imaginou se fosse VOCÊ que tivesse que driblar um carro com uma cadeira de rodas, passando no meio da rua?! #reflita
São Paulo - Enquanto publicações tradicionais no mundo todo investem cada vez mais em suas versões online, o gigante da internet Google acaba de lançar a segunda edição de sua revista impressa.
Mas nenhuma incoerência nisso: a revista, chamada Think Quarterly (algo como “Pense Trimestralmente’),só será entregue impressa, por correio, a alguns poucos empresários, em uma edição luxuosa, com capa magnética e papel termo sensível. Para o resto, a versão online já está disponível.
Apesar de uma primeira edição ter sido lançada em março no Reino Unido, a empresa trata esse lançamento como o primeiro do título. Susan Wojcicki, vice-presidente sênior de propaganda, escreveu no blog oficial da empresa que a revista “pretende ser uma foto instantânea do que o Google e outros líderes da indústria estão pensando e no que estão se inspirando hoje”.
Esse último volume é sobre “inovação” e traz uma série de artigos de CEOs e personalidades do mundo corporativo dando suas opiniões sobre o tema, como em “8 pilares da inovação” ou “Insights com Sir Martin Sorrell".
Depois de muito tempo, finalmente está disponível a mais nova versão do Fedora Linux (o primo livre do Red Hat Linux) agora na versão 15 e, entre as diversas novidades, a inclusão do GNOME 3 como área de trabalho padrão.
Com o codinome “Lovelock”, o Fedora 15 fez o que até agora nenhuma distro fez com perfeição: tornar o GNOME 3 o ambiente gráfico padrão do sistema. E se você acha o Unity do Ubuntu complicado, é bom se preparar: o GNOME 3 apresenta mudanças ainda mais radicais na experiência do usuário, e pode levar um tempo até você se acostumar.
GNOME 3
Além disso, o Fedora 15 traz outras novidades: o LibreOffice é o novo pacote de produtividade padrão do sistema, e se você não gostar do GNOME 3, pode usar ou o KDE 4.6 ou o XFCE 4.8. Diversos outros programs estão em suas versões mais atuais, como o Mozilla Firefox, na versão 4.
Com o Fedora 15, o time de desenvolvedores usou um novo daemon para gerenciamento de serviços do sistema, o systemd. Com o systemd, o Fedora 15 consegue aproveitar melhor sistemas com múltiplos processadores através do paralelismo de processos, reduzindo o tempo para iniciar e desligar a máquina.
O Fedora 15 pode ser baixado no site do projeto, e você pode escolher diversas versões, como um LiveCD, um ISO de DVD e principalmente se prefere arquitetura 32 e 64-bit. Você também pode ler o guia de instalação e as notas de lançamento, mas esses dois últimos documentos estão apenas em inglês.
Logo na entrada, à direita, tem o estande da Ilegra, com o seu livro virtual. Feito com projeção em páginas de papel, o livro, conforme é folheado, mostra os objetivos e projetos da empresa. Confiram no vídeo abaixo:
Também me chama a atenção o estande da empresa Reverse, de gerência de resíduos tecnológicos. Para mim, é (quase) uma novidade ver uma empresa que faz descarte de CDs, HDs e outros componentes, descaracterizando o conteúdo, para proteção do seu cliente. Na foto abaixo, o conteúdo do saco plástico um dia foi CDs. Obviamente, acaba-se por atender não só a questão de segurança de dados como também a da sustentabilidade, que é um ponto alto da BITS.
Painéis, folders e sacolas ecológicas gratuitas apareciam nos estandes – por exemplo, a Prefeitura de Porto Alegre, por meio da Procempa, distribuiu ecobags com folders explicativos e ações sustentáveis.
Diversos estandes atraem meu interesse, seja por um troféu estilo 8 bits no estante da Prefeitura/Procempa seja pela baita simpatia e presteza do pessoal.
Outra ideia bacana vejo no estande da Human Mobile: um jogo em uma tela sensível ao toque, em formato de smartphone, que remete lá aos anos 90… Lembram do Bubble Bobble ou semelhante? É preciso acertar as bolinhas no alto da tela, combinar cor com cor, tudo isso com tempo cronometrado enquanto o “teto” do jogo vai baixando e aumentando a dificuldade. Se você faz mais de 200 pontos, ganha um brinde: um carregador de celular… movido a PILHA alcalina!
Que venham muitas BITS! :)
Aliás, é uma pena que faltem eventos dessa proporção aqui em Porto Alegre que sejam gratuitos (como a BITS) ou com preço baixo, para permitir acesso de um maior número de pessoas, né?
* Nerd/geek curiosa, como se identifica, a Sam é formada em história, faz especialização em Educação a Distância e participa de programas de capacitação da Microsoft. No Twitter, ela é a arrobinha @my_pandoras_box.