O robô Trony foi lançado no começo dos anos 90 (1991), fazendo realmente sucesso até 96~97, antes da chegada dos 'laptops', bonecos mais autônomos, videogames modernos e outros atrativos para os pequenos.
Com 40cm e pesando 1kg, utilizava 2 pilhas médias e 2 pilhas pequenas.
O que não apareceu durante o vídeo abaixo, foi a função de arremessar bolinhas de plástico (no caso, ele já vinha com uma bolinha laranja) ao puxar seu braço para trás, como uma alavanca. Onde a autora do vídeo aperta a plaquinha amarela, localizada perto das pernas do robô, e ele diz "grande lance", "belo lance, cara" é outra função do brinquedo!
Uma argola plástica também estava inclusa na caixa do Trony, que encaixava nesse local com a plaquinha amarela e, ao lançar a bola para jogar basquete com ele, falava as frases que vocês podem ouvir no vídeo!
Ah, uma curiosidade que não vi em outro brinquedo: ele tem botõeszinhos vermelhos nos lados dele que dão CÓCEGAS nele! Ele dá risada e pede "PARA"! Não é um amor?! :P
Esse brinquedo foi um dos melhores e mais esperados que tive! Lembro exatamente quando ele chegou aqui em casa... e, depois de muitos anos passados, ele se torna um filho querido que tenho ;) [ok, eu trato não só animais como filhos, mas meus brinquedos também...haha]
Essa foto da esquerda é legal pois tem uma outra função pouco conhecida do Trony: se você arrastar ele no chão, pode escolher se ele fala ou late ;)
Aqui temos um vídeo mostrando algumas funções do Trony:
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Esse robô considero até hoje, mesmo estando obsoleto perante novos brinquedos tecnológicos, como um importante meio para ajudar de desenvolvimento de raciocínio (jogo estilo Genius na frente do robô), coordenação e responsabilidade; não só a criança deve cuidar a preservação do brinquedo, mas também acompanhar seu "amigo" nas atividades ;)
Rivalidades ferrenhas são pra crianças. A dupla saltadora acima é, talvez, um dos grandes exemplos que, com o tempo, soube aprender a trabalhar em equipe.
Minha infância foi a de um fanboy da Nintendo: apesar de não ter tido um NES quando criança (caso hoje resolvido), o jogo que provavelmente mais me divertiu foi Super Mario World. As diferentes fases, a capinha amarela, os múltiplos segredos me permitiam jogar desde o começo muitas vezes; o tal do fator replay era alto, ou era o caso de só ter este cartucho à época.
Depois disso, cheguei a conhecer Sonic. Ao ir à casa de um parente, que tinha seu Megadrive, com um único cartucho (daqueles de múltiplos jogos). Foi a única vez em que joguei uma aventura do porco-espinho azul antes da minha maioridade.
Não gostei, e não sabia dizer o porquê, no topo daqueles meus 10 anos de vida. Hoje, entretanto, eu sei.
Naquele tempo, havia uma ferrenha competição entre Sega e Nintendo, e ela se refletia em suas mascotes. Nada como as brigas de mimimi entre fãs de Robert Pattinson e o tal lobisominho (só decorei o nome do primeiro por causa do recente de traição da sua também companheira de atuação, aliás). A questão é que haviam características dos consoles das empresas que os distinguiam fortemente, os tornavam únicos. Mas quem disse que os fãs inverterados de uma franquia gostariam de admitir que a outra também possuem qualidades?
Mario, para seguistas, era lento, e não tinha tanto espírito aventureiro, além de ser um velho gordo e barrigudo (se bem que o Sonic também emagreceu, mas enfim)
Sonic, para intendistas, era impossível de se enxergar com clareza, tinha inimigos com a personalidade de uma porta e tinha um vilão que imitava o bigode do seu encanador favorito (e que também era gordo)
Algumas dessas coisas acima eu disse; outras, eu escutava. E o tempo passou...
Há alguns anos, vemos os dois trabalhando juntos em games das Olimpíadas, de verão e de inverno, para as plataformas da Nintendo. A competição continua, portanto, de forma saudável. Todos juntos, celebrando os esportes, e competindo, sem discussões.
As pessoas crescem, e vão aprendendo a, pelo menos para algumas coisas, serem mais flexíveis. Estava, ontem mesmo, jogando Sonic 2, direto do cartucho. E me arrependi amargamente dado mais chances ao ouriço antes. Claro que posso jogar as duas coisas, poxa. O hobby, como tudo na vida, é melhor ao nos unir, e não nos separar. E o mercado amadureceu de vez, deixando de lado, na grande maioria das vezes, as rusgas mesquinhas entre quem gosta mais deste ou daquele jogo.
Isso, claro, não teria acontecido se a tragédia comercial tivesse abatido-se sobre o Dreamcast - até hoje, um dos consoles favoritos de muitos. O que não retira o mérito da parceria que hoje ocorre... Isso, é claro, é uma outra história.
Nesse sábado ocorrerá mais uma convenção para fãs do cartoon My Little Pony.
As chamadas "Bronycons" são mais voltadas aos fas, mas tambem vão alguns colecionadores antigos da linha de brinquedos. A cada 3 meses tem uma convenção maior, para pessoas de fora de NY possam se programar para vir, e nos meses intermediarios são convencoes menores, para os locais.
O grupo de fãs e colecionadores do personagem, estará presente no Comic Con 2011 (em San Diego/EUA), que tem início a partir de amanhã e se estende até domingo!
Segundo Tami Costa amiga minha que mora em NY a um certo tempo, o grupo é bem diversificado, onde todo mundo incorpora a mensagem de "amizade e tolerância" que existe no cartoon, ela acha bem divertido.
Durante as cons são organizados jogos e sorteios, além de locação de locais da cidade para realização do encontro, garantindo o conforto dos participantes. Por falar em conforto, a organização do evento disponibiliza uma casa (da criadora do evento) para quem vem de fora de NY ter um lugar para dormir e deixar suas coisas.
Outro ponto a ressaltar é a oportunidade de diversas pessoas se conhecerem, compartilharem experiência em colecionismo, fazer piqueniques e ajudar a quebrar o bobo preconceito de que homens não colecionam ou gostam de coisas fofas.
Sobre o desenho: A série americana My Little Pony (Meu querido Pônei, no Brasil) foi baseada na linha de brinquedos "My Little Pony" lançadapelaHasbro e foi lançada em 1986, terminando no ano seguinte.
Os episódios eram de aproximadamente de 10 minutos, transmitidosde segunda a quinta,formandouma históriaem 3 partes, ou duas histórias com cada uma tendo duas partes; nasexta-feira, eram episódios completos. No início de cada 2ª ou 3ª parte da história, era narrado: "Em nossoúltimo episódio...'.
No Brasil, a série levou o nome de "Meu Querido Pônei", com 61 episódios exibidos pela emissora Rede Globo. Os desenhos faziam parte da programação do Xou da Xuxa e, algumas vezes, tinha sua exibição alternada com o desenho Ursinhos Carinhosos. Mais informações podem ser conferidas aqui.
Ainda sobre a convenção, o grupo tem um site (muito bem organizado e fofo!) sobre o personagem e todos os encontros, chamamento de novos integrantes (o grupo é aberto a quem se interessa pelo assunto).
Mais fotos do encontro, podem ser conferidas aqui também (só clicar na imagem do bolo-Pony!):
E não é que deu uma baita saudade da infância?! Sim, também tenho dois fofos Pony no meio das minhas coisas... isso explica porque amo cavalos e unicórnios né?! ;)
Dick, Dick Vigarista. Com esse sorriso de desdém e a puxadinha no bigode, foi um dos personagens mais conhecidos das animações dos estúdios Hanna-Barbera. Estreou em 14 de setembro de 1968, desde o primeiro episódio de Wacky Races - a nossa Corrida Maluca.
Dick Dastardly - seu nome em inglês - foi na verdade inspirado em um ator real. O britânico Terry-Thomas era especialista nos personagens esnobes; coincidência ou não, esta característica também está presente no personagem.
Terry-Thomas: a inspiração
Além dos 34 episódios correndo pelo título de Corredor Mais Louco do Mundo - e perdendo todas as vezes, sempre perto da linha de chegada, após ser traído por suas próprias engenhocas para acabar com a concorrência - ganhou sua própria série, Máquinas Voadoras. A eterna perseguição ao pombo Doodle, que levava mensagens secretas da resistência para os aliados da Se4gunda Guerra Mundial... Peraí, Dick era nazista!?
Enfim... A inspiração da série, de 1969 e também com 34 episódios, foi inspirada no filme Esses Homens Maravilhosos e Suas Máquinas Voadoras, de 1965.
O carro de Dick Vigarista na primeira série era a Máquina do Mal, de número 00. Andava sempre com o cão Mutley (e sua risada, impossível de não ser reconhecida) e com muitas ugigangas no carro, para sabotar os outros competidores. O engraçado é que as tentativas frustradas ocorriam até mesmo quando o "Vigarista" não precisava delas, pois estava na liderança da corrida. O companheiro canino de Dick acabou ganhando seu próprio veículo na série seguinte, como podem ver logo acima.
O responsável pela inconfundível voz e gritos de “MUTLEY FAÇA ALGUMA COISAAAA” – é o dublador carioca Domício Costa, que atualmente tem 81 anos! E não é porque ele é um senhor, que ele largou a dublagem...muito pelo contrário. Ele continua dublando e ainda trabalha no Programa de radio Show do Antônio Carlos, das 6 às 9h da manhã, na Rádio Globo Rio Am 1220 Khz. No programa ele trabalha com o tambem dublador Duda Espinoza.
Aqui temos uma lista de (alguns) trabalhos dele:
- Narrador em Sawamu o Demolidor - Narrador em A Pantera Cor-De-Rosa - Prefeito em As Meninas Superpoderosas - Leôncio em Novo Pica Pau - Dick Vigarista e Muttley em Máquinas Voadoras e Corrida Maluca - Eustácio Resmungão em Coragem, o Cão Covarde - Iroh em Avatar - A Lenda de Aang - Zeus em Hércules (Longa-Metragem) e (primeira voz) em Hércules (Série)
- Prefeito (primeira voz) em As Meninas Superpoderosas: Geração Z - Wilbur Cobb em Ren e Stimpy - Frank McCloud (Humphrey Bogart) em Paixões em Fúria - James Bond (Sean Connery) em 007 - Contra o Satânico Dr. No e Moscou Contra 007 (Primeira Dublagem) - Lord Voldemort (Richard Bremmer) em Harry Potter e a Pedra Filosofal - Mightor em Harvey, o Advogado
- Fleegle (segunda voz) em Banana Splits
- Athos (Van Heflin) em Os Três Mosqueteiros
- Pai da Vaca e do Frango (segunda voz) em A Vaca e o Frango
- Sr. Burns (segunda voz) em Os Simpsons
Domício Costa é considerado um dos maiores dubladores de todos os tempos, nas dublagens e narrações mais clássicas ouvimos sua voz, e apesar dos anos terem se passado, continua com o mestre timbre forte!
Maiores informações e para saber outros personagens, basta clicar no nome dele, que está linkado antes para o perfil dele no Casa da Dublagem.
Ah sim, temos souvenirs e miniaturas desse estranho e louco personagem! Vejamos algumas coisinhas:
Existem muitos itens que relembram e, de alguma maneira, homenageiam esse anti-herói querido por muitas crianças, jovens e adultos!
Ah sim, como sempre finalizo, um vídeo com o episódio “The Cuckoo Patrol”, onde o Dick Vigarista se fantasia de pombo para confundir o Pombo Doodle! Ele aterrisa numa floresta e acaba virando o cuco de um relógio.... (está em Italiano, mas vale a pena assistir!)