domingo, 9 de dezembro de 2012
As viagens no tempo e a estratégia mercadológica
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
Que tal pesquisar na companhia do Space Invaders?

O jogo foi o primeiro arcade a ser convertido para o console Atari 2600, sendo um sucesso imediato por não apenas capturar as características do jogo original mas também por adicionar novas versões de jogo. Posteriormente foram lançadas versões para Atari 5200, MSX, SNES e Colecovision. Jogos "clones" de Space Invaders podem ser encontrados em qualquer videogame moderno, internet e até mesmo em celulares.
sábado, 25 de agosto de 2012
Amores da infância: Robô Trony, da Estrela

Com 40cm e pesando 1kg, utilizava 2 pilhas médias e 2 pilhas pequenas.
Uma argola plástica também estava inclusa na caixa do Trony, que encaixava nesse local com a plaquinha amarela e, ao lançar a bola para jogar basquete com ele, falava as frases que vocês podem ouvir no vídeo!
Ah, uma curiosidade que não vi em outro brinquedo: ele tem botõeszinhos vermelhos nos lados dele que dão CÓCEGAS nele! Ele dá risada e pede "PARA"! Não é um amor?! :P
Esse brinquedo foi um dos melhores e mais esperados que tive! Lembro exatamente quando ele chegou aqui em casa... e, depois de muitos anos passados, ele se torna um filho querido que tenho ;) [ok, eu trato não só animais como filhos, mas meus brinquedos também...haha]
Essa foto da esquerda é legal pois tem uma outra função pouco conhecida do Trony: se você arrastar ele no chão, pode escolher se ele fala ou late ;)
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sexta-feira, 24 de agosto de 2012
Dreamcast: o sonho acabou?
O fato de a Sega hoje não ser tão poderosa tem um nome: Dreamcast. E é uma pena que seja assim.
Lançado no Japão em 1998 e no resto do mundo no ano seguinte, o DC (ou Dream, para os "íntimos") foi o último console de mesa lançado pela empresa mãe de Sonic. A máquina, claramente à frente de seu tempo, foi fruto de uma iniciativa conjunta da produtora japonesa com gigantes como a Microsoft - a lenda diz que foi este projeto que começou a interessar a companhia do Vale do Silício a investir nesse mercado, inclusive.
Assim como o Nintendo 64, haviam consoles de diferentes cores; e a mídia vinha para bater de frente com o início do DVD, mesmo ele ainda não sendo utilizado em jogos: o GD tinha este nome por ter a capacidade de 1GB em disco.
Infelizmente, o fracasso comercial veio, e a troca de comando na Sega, no início de 2001, fez com que a empresa focasse sua produção em software, descontinuando a produção do aparelho. Entretanto, novos modelos continuaram a ser lançados no Japão, e games continuaram a ser produzidos em terras nipônicas até meados de 2007.
A herança importante do período de vida do console no Ocidente foi, provavelmente, a qualidade dos games exclusivos (como Crazy Taxi) e das conversões de jogos de arcade, como a série Capcom vs SNK.
Vejam por vocês mesmos.
Ainda hoje, muitos colecionadores procuram pelo console justamente pelo valor de seu hardware: em sua época, utilizou de grandes parcerias alardeadas entre os fãs e a mídia especializada, e o design de hardware e software são a última geração de inspirações no Megadrive (16-bits) e no Saturn (32-bits), como pelos já citados games que só podiam ser jogados por ali - pelo menos, até serem disponibilizados para download pelas redes PSN e Live.
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
Rivalidades
Rivalidades ferrenhas são pra crianças. A dupla saltadora acima é, talvez, um dos grandes exemplos que, com o tempo, soube aprender a trabalhar em equipe.
Minha infância foi a de um fanboy da Nintendo: apesar de não ter tido um NES quando criança (caso hoje resolvido), o jogo que provavelmente mais me divertiu foi Super Mario World. As diferentes fases, a capinha amarela, os múltiplos segredos me permitiam jogar desde o começo muitas vezes; o tal do fator replay era alto, ou era o caso de só ter este cartucho à época.
Depois disso, cheguei a conhecer Sonic. Ao ir à casa de um parente, que tinha seu Megadrive, com um único cartucho (daqueles de múltiplos jogos). Foi a única vez em que joguei uma aventura do porco-espinho azul antes da minha maioridade.
Não gostei, e não sabia dizer o porquê, no topo daqueles meus 10 anos de vida. Hoje, entretanto, eu sei.
Naquele tempo, havia uma ferrenha competição entre Sega e Nintendo, e ela se refletia em suas mascotes. Nada como as brigas de mimimi entre fãs de Robert Pattinson e o tal lobisominho (só decorei o nome do primeiro por causa do recente de traição da sua também companheira de atuação, aliás). A questão é que haviam características dos consoles das empresas que os distinguiam fortemente, os tornavam únicos. Mas quem disse que os fãs inverterados de uma franquia gostariam de admitir que a outra também possuem qualidades?
Mario, para seguistas, era lento, e não tinha tanto espírito aventureiro, além de ser um velho gordo e barrigudo (se bem que o Sonic também emagreceu, mas enfim)
Sonic, para intendistas, era impossível de se enxergar com clareza, tinha inimigos com a personalidade de uma porta e tinha um vilão que imitava o bigode do seu encanador favorito (e que também era gordo)
Algumas dessas coisas acima eu disse; outras, eu escutava. E o tempo passou...
Há alguns anos, vemos os dois trabalhando juntos em games das Olimpíadas, de verão e de inverno, para as plataformas da Nintendo. A competição continua, portanto, de forma saudável. Todos juntos, celebrando os esportes, e competindo, sem discussões.
As pessoas crescem, e vão aprendendo a, pelo menos para algumas coisas, serem mais flexíveis. Estava, ontem mesmo, jogando Sonic 2, direto do cartucho. E me arrependi amargamente dado mais chances ao ouriço antes. Claro que posso jogar as duas coisas, poxa. O hobby, como tudo na vida, é melhor ao nos unir, e não nos separar. E o mercado amadureceu de vez, deixando de lado, na grande maioria das vezes, as rusgas mesquinhas entre quem gosta mais deste ou daquele jogo.
Isso, claro, não teria acontecido se a tragédia comercial tivesse abatido-se sobre o Dreamcast - até hoje, um dos consoles favoritos de muitos. O que não retira o mérito da parceria que hoje ocorre... Isso, é claro, é uma outra história.
Killer Instinct: a Microsoft barrou e nem disse nada...
Admito que achei tosquinho, estranho... mas depois curti o jogo! E olha que sou mulher, né? Mas, vai entender...
O jogo de luta da Rare, que foi, por diversos anos, uma 'second-party' da Nintendo, tornou-se também um dos jogos mais aclamados no Super Nintendo. Uma tristeza: nunca ganhou uma segunda sequência.
Até pouco tempo não era conhecido o motivo, mas Don Murphy, um ex-modelador 3D da empresa, foi a público explicar de quem é a culpa.
Ele desabafou: "...a Microsoft estava mais interessada em alargar o seu público do que fazer outro jogo de luta. Por isso nunca chegou a ser feito". (...)". Mas, para nooooossa alegria: a Rare está sendo assediada pela Nintendo! \o/
Vai dizer que não dá vontade de ver novamente esses golpes e loucuras do jogo?! :)
Fica aqui nossa esperança de novos jogos, novas aventuras...pois viver só de remakes está ficando chato!
[ ] s
Fonte da notícia: GameWorld
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
O RPG e o espaço-tempo
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Caça Fantasmas 3 sem Bill Murray!?
Ficamos no aguardo dos próximos capítulos...
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Cavaleiros do Zodíaco tem primeira imagem divulgada

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Celulares coloridos: por que não existem mais?
Lembram dos celulares v8?! Ou também, aqueles com luzes azul ou laranja?! Diversas marcas apostaram em aparelhos coloridos, com efeitos e capas diversas...porque parar com isso para tudo ficar quase igual?!

Então, preferem esses.... ou só os iguais a todo mundo?!
Anos atrás, era legal (e até modinha) ter um celular diferente, colorido ou com "straps"...sabe aquelas bonequinhas/sininhos e objetos afins pendurados nos celulares? ô saudade...
De momento é isso, fiquei saudosa com meus antigos celulares e os pingentes coloridos/brilhantes e etc...
Abraço! ;}
domingo, 5 de fevereiro de 2012
RPG: o que significa?
O que será este troço de três letras? Seria a Reeducação de Postura Global? Não! Uma caveira de pirata? Tão pouco...
No caso, RPG é a sigla de Role Playing Game, ou, em bom português, Jogo de Interpretação de Papeis. Mas o que isso nos diz? Nada, né? XD
Enfim, vou usar a definição que Marcelo Cassaro, meu xará famoso, usa no manual do jogo 3D&T Alpha. "3D&T é um jogo de contar histórias. Histórias exigem personagens. Por isso você e um grupo de amigos controlam, cada um, um personagem."
Pense em uma brincadeira de criança, como Polícia e Ladrão ou quando cinco amigos se juntavam e fingiam ser os Cavaleiros do Zodíaco durante uma hora ou mais. O RPG é muito semelhante a eles; a diferença é que possui regras, definidas pelo sistema de jogo. O sistema é um conjunto de regras aplicado à construção de personagens e às ações possíveis pelos personagens.
Cada sistema de RPG pode ser usado para um ou mais gêneros de histórias: fantasia medieval, horror, super-heróis, ficção científica, western, anime... A imaginação é a única limitação.
Cada jogador cria um personagem que será a sua representação dentro de jogo. Ele não precisa se parecer em nada com o jogador: um homem pode jogar com uma personagem feminina, e vice-versa. Ele nem mesmo precisa ser humano!
A história em uma partida de RPG é uma narrativa interativa; ao contrário de um filme, onde a história é pré-definida, as coisas acontecem mais próximas de um jogo de videogame. Você, ao interpretar seu personagem, pode ir a qualquer lugar possível dentro daquele cenário de campanha.
Um cenário de campanha é o "lugar" escolhido para os personagens, que pode variar desde Gotham City até a Enterprise, passando pela Terra-média e outros lugares, verossímeis ou não. E quem define isso? Quem controla os personagens, para que eles sigam dentro das regras? Quem interpreta as outras pessoas, aliens ou elfos do mundo?
A resposta está no Mestre. O Mestre é outro cara do grupo, assim como você. Contudo, ele está ali para fazer com que os outros personagens tenham uma história para contar, dando-lhes desafios, oferecendo oportunidades para crescerem, etc.
IMPORTANTE: O Mestre NÃO está contra os jogadores. Em uma partida de RPG, o termo "jogadores" não refere-se a "competidores", e sim a "participantes". Sim, personagens podem morrer: mas isto provavelmente não é fruto apenas das ações do Mestre, e sim das consequências dos atos dos personagens dos "jogadores".
Pessoalmente, é um jogo que me fascina pela capacidade de ensinar. Existem, principalmente no Brasil, muitos projetos dedicados a aliar RPG e educação. Eu acabei por aprender muita coisa nestes últimos 10 anos jogando. Espero que vocês também. :D
sábado, 4 de fevereiro de 2012
Um sonho: pesquisar na companhia do Space Invaders!

O jogo foi o primeiro arcade a ser convertido para o console Atari 2600, sendo um sucesso imediato por não apenas capturar as características do jogo original mas também por adicionar novas versões de jogo. Posteriormente foram lançadas versões para Atari 5200, MSX, NES e Colecovision. Jogos "clones" de Space Invaders podem ser encontrados em qualquer videogame moderno, internet e até mesmo em celulares.
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Jogos de tabuleiro: War!
“Deus quis que os homens se divertissem com muitos e muitos jogos, pois eles trazem conforto e dissipam as preocupações.”
Rei Afonso X de Leão e Castela, no prefácio de seu “Livro dos Jogos” (século XIII)
Jogos disputados por uma ou mais pessoas, utilizando uma base (tabuleiro) onde se movimentam as peças seguindo regras definidas: basicamente, é esta a definição de Jogos de Tabuleiro. Não interessa de que material é feita esta base, já que existem tabuleiros de madeira, pedra, plástico, papelão e inúmeros outros materiais, nem de como são as peças utilizadas ou se as regras são corretamente seguidas – gosto de adaptar um pouco estas – mas sim o quanto de diversão ele proporciona.
Para quem acha que jogos de tabuleiro são “antiguidades”, devo dizer que estão corretos. Realmente, eles apareceram faz alguns poucos milênios e grandes civilizações do passado, como Egito e Mesopotâmia, já se divertiam com eles. Foi a partir destes impérios que se espalharam pelo mundo. Aliás, o primeiro jogo que se tem noticia é o “Senet” do Egito antigo.
Agora, quem pensa que são antiguidades e por isto estão ultrapassados, lamento informar: estão redondamente enganados. Os jogos de tabuleiro, apesar do surgimento dos jogos eletrônicos, ainda são muito populares. Eles fizeram parte da minha infância e ainda fazem parte da minha vida adulta, assim como de grande parte das pessoas. E, observo feliz, fazem parte da infância dos meus sobrinho e crianças próximas. Ou seja, ainda são muito populares.
A imensa variedade de jogos disponíveis ajuda na sua popularização, já que temos jogos para todos os gostos: sensoriais, psíquicos, estratégicos, etc. O objetivo é sempre a vitória, seja ela conquistando territórios, virando milionário, descobrindo o assassino ou exibindo conhecimento. O que buscamos é sempre vencer o adversário, divertindo-se no processo de preferência.
O melhor dos jogos de tabuleiro é a oportunidade de diversão em grupo. Neste verão pegamos alguns dias de chuva na casa de praia, sem TV a cabo, internet ou videogame. Solução para acalmar molecada? Jogos de tabuleiro! Achamos por lá o Imagem & Ação, Banco Imobiliário, War e o Twist. Foi divertido ver a molecada se apaixonando pelos jogos, mas o melhor foi ver a marmanjada se acabando para ganhar. O tempo melhorou e nem notamos.
Espero ficar velhinha jogando e quem roubar no jogo vai levar bengalada! Como isto ainda deve demorar um bom tempo, que tal deixar umas sugestões de jogos por aqui? Vamos lá:
Para crianças, entre 8 e 10 anos (porque antes os jogos são muito bobinhos), recomendaria Ludo, Damas, Jogo da Vida, Banco Imobiliário, Combate, Detetive, Passa-letra, Can-Can, Cara a Cara, Damas, Xadrez, e jogos neste estilo. Nada muito complicado, fáceis de assimilar a regra e divertidos.
A partir desta idade, temos jogos mais complexos e que exigem um pouco mais de conhecimento e menos sorte. Nesta fase, temos os jogos de Estratégia e de Interação.
Nos jogos de estratégia, podemos citar alguns, que exigem mais dos jogadores tanto no aprendizado das regras quanto nas jogadas a serem realizadas: WAR, Scotland Yard, Interpol, Diplomacia, Descobridores do Catan, O Grande Chefão, etc.
Já os Jogos de Interação e de Perguntas/respostas são meus favoritos, mais focados nos jogadores do que no tabuleiro em si e podendo ser jogados com grandes números de pessoas. Eu os acho muito divertidos, e posso sugerir Imagem & Ação, Perfil, Master, Proibido Falar, Diga Logo, Perfil, Jogo do Milhão, Qual é a Música, etc.
Quem tiver mais sugestões deixe nos comentários, pois elas sempre são complementações muito bem vindas! Agora, com licença, acho que vou ali jogar um pouco e volto outro dia.
texto by Marcelo ;)
sábado, 28 de janeiro de 2012
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
NASA lança imagem de mais de 8 mil por 8 mil da Terra
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Estréia em março nos cinemas: The Lorax !
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Coleção de bonecos do seriado Chaves! Você conheceu?





































